segunda-feira, 21 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Eu não tenho um corpão, não tenho um cabelo maravilhoso, me contento com um all star ao invés de um salto, prefiro moletons ao invés de blusinhas justas e decotadas, prefiro uma calça jeans escura do que uma saia super curta, gosto de unhas pretas ao invés do rosinha romântico. Deu pra perceber que não tenho os padrões do que a sociedade julga ser perfeito, e realmente não sou perfeita.
tenho meu próprio estilo mas acima de tudo tenho caráter, coisa que nem um corpão, nem um cabelo lindo, nem um salto gigante e nem blusinhas justinhas vão fazer você ter.
tenho meu próprio estilo mas acima de tudo tenho caráter, coisa que nem um corpão, nem um cabelo lindo, nem um salto gigante e nem blusinhas justinhas vão fazer você ter.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Suicida declarada!
Pois é, suicídio na mente dela era a Única solução pra isso
tudo, realmente ela esta bem doente..
Talvez, sei La lendo isso tu pense que ela era so mais uma
idiotinha querendo chama a atenção, pra vcs talvez até pareça isso, mas isso é
realmente serio, serio mesmo.
Ninguém liga ninguém nota, mas depois, depois quando essa
menina quieta e “antissocial” como muitos a rotulam, resolve que vai acaba com
isso tudo, ai o arrependimento vira, ela ta tentando ao Maximo, vive tudo do
jeito que ta, mas ta difícil, bem difícil..
Se ela acaba perdendo o chão todos irão chorar e se
perguntar porque, Mas quando ela mais preciso, ninguém noto, ninguem ligo,
ninguém disse a ela as palavras que ela precisa ouvi, ninguém fez o gesto que
ela mais precisava naquele dia, naquela hora, naquele momento, ai o
arrependimento vira, as palavras não ditas, os gestos não feitos, por mais
ruins que fossem ela precisava daquilo, por mais triste que fosse pra ela
ouvir, ou ver, ela precisava daquilo.
Rótulos, rótulos, rótulos, as pessoas so a rotulavam, as
roupas dela, a maquiagem dela, o jeito dela, tudo oque as pessoas faziam era criticá-la,
mas não com criticas construtivas, com criticas absurdas, criticas que as vezes
faziam ela faze coisas terríveis pra ela.
Dilaceração, cortes, mutilação, era a isso que se tudo se
resumia, trancada no banheiro com uma Gillette na mão se cortando, se
machucando, se mutilando, e ninguém dava bola, achavam que isso logo passaria,
mas ela sabia que não, ela sabia que iria demorar pra isso passa, ela sabia.
Tempo, tempo, tempo, depois de algum tempo, tudo
so piorava, ela não agüentava mais, ela sabia que não agüentaria por muito
tempo, sabia que isso iria ter um fim logo, muito logo. ela estava no seu Maximo,
não agüentava mais, queria o fim logo, logo, logo, logo o fim chegara e então o
arrependimento vira.
sábado, 5 de novembro de 2011
Vou confessar que não está a ser fácil suportar tudo isto, toda esta pressão em que as pessoas me colocam. As vezes, tenho vontade de fugir, de ir para um lugar escuro, onde só eu soubesse onde é, um lugar para eu ficar sozinho comigo e com os meus pensamentos. Quem me vê, acha que estou feliz, que nada está acontecendo comigo, mas isso é porque apenas me conhecem ali, só durante uma parte do dia, mas depois quando eu volto para casa, as tardes solitárias, as noites insuportáveis? Eles não sabem o que eu sinto. Tento resolver esse problema sozinho, mas parece que quanto mais eu o tento resolver mais problemas crio. Apareço sempre com um sorriso no rosto... Mas ninguém foi capaz de olhar no fundo dos meus olhos e ver o meu sofrimento. Sim, eu me corto, eu me arranho, mas essa é a única saída que eu encontro para escapar dessa dor que me contamina emocionalmente. Por mais que doa, que fique marcas, eu prefiro essa dor física, do que a dor sentimental. Pelo menos até o último corte, até à última inspiração, até à última lágrima.
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